Introdução
A logística nos últimos tempos se tornou uma ferramenta que proporciona aempresa, quando bem utilizada, vantagem competitiva e conseqüentemente uma fatia maior do mercado, onde somente os inovadores e arrojados, conseguemalcançar os seus objetivos em sua totalidade. Além de estar ligada à agilidade comque ela irá manusear, armazenar, deslocar, adquirir, controlar seus produtos ereduzir seus custos.
A sua utilidade não está limitada ao que foi apresentado acima, o seu enfoqueatual encaminha-se na direção de agregar a tudo isto as necessidades dos clientes,que podem ser diferenciadas, sejam elas para repor o estoque regulador, seja paraprodução imediata ou para atender a um pedido especial de algum consumidor.Esta visão está relacionada à satisfação daqueles que são parte fundamental dentrodo processo de comercialização, proporcionando a empresa perspectivas deaumento de receitas de vendas e margens de lucro.
A logística está a cada dia sendo mais estudada e até mesmo lançada comocurso superior, oferecido pela Escola Superior de Ciências Empresariais (InstitutoPolitécnico de Setúbal) em Portugal, sendo um dos poucos daquele país.
Os recursos provenientes da logística poderão ser utilizados nos diversosramos de atividades das empresas, isto é que lhe dá ainda mais significância paraque seja utilizada por todos.
O objetivo do presente estudo é mostrar aos diversos interessados aimportância que a logística tem, de forma ampla, englobando tanto o meio ambienteinterno como o externo, a ser incluído no sistema de gestão do negócio.
1. Origem, conceitos e Características da logística
A história conta que a logística teve origem militar, designando estratégias deabastecimento aos exércitos enquanto nos campos de guerras, visando suprir asnecessidades de armamentos, munições, medicamentos, alimentos, vestuáriosadequados, nas quantidades certas e no momento certo, evitando que o exército nocampo de batalha fique sem suprimentos suficientes para manter as estratégias deguerra.
Na seqüência, já na década de cinqüenta, professores da Harvard BusinessSchool desenvolveram, em conjunto com a Inteligência Americana (CIA) estratégiaspara a Segunda Guerra Mundial, tornando na seqüência, matéria obrigatória nascadeiras de Administração de Empresas e Engenharia daquela Universidade.
No início de 1991, o mundo presenciou um exemplo prático e dramático daimportância da logística. Como preparativos para a Guerra do Golfo, os EstadosUnidos e seus aliados tiveram que deslocar quantidades enormes de materiais agrandes distâncias, o que se pensava fazer em um tempo extremamente curto. Meiomilhão de pessoas e mais de meio milhão de materiais e suprimentos tiveram queser transportados através de 12.000 quilômetros por via aérea, e mais de 2,3milhões de toneladas de equipamentos transportados pelo mar, tudo isto feito emquestão de meses.
Ao longo da história do homem, as guerras têm sido ganhas ou perdidasatravés do poder e da capacidade da logística, ou a falta deles.
1.2 Conceitos
Muitos autores já tentaram conceituar o termo logística, porém, pelaconcepção desse trabalho, buscou-se a definição do Council of LogisticsManagement, descrita por FILHO ( 2001:3):
Logística é a parte do processo da cadeia de suprimento que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo e estocagem de bens, serviços e informações relacionadas, do ponto de origem ao ponto de consumo, visando atender aos requisitos dos consumidores.
Na definição de FERREIRA (1986), Logística, do francês Logistique, significaa parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de atividades deprojeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição,reparação, manutenção e evacuação de material, tanto para fins operativos comoadministrativos.
Como se percebe pela definição do termo, a função da logística éprincipalmente ser o elo de ligação em um processo que pode começar com umfornecedor e encerrar com um cliente em outra ponta da “cadeia”.
Atualmente, o termo logística tem sido muito utilizado, pois o processo degestão da cadeia de suprimentos nas empresas pode significar a diferença entre aempresa lucrativa e a deficitária.
A gestão do processo logístico tem sido hoje grande diferencial competitivo,pois com o passar dos tempos os consumidores tornaram-se também maisexigentes com relação a qualidade dos produtos, tempo de produção e ciclo de vidados produtos, prazo de entrega e mais recentemente, com o índice de inovaçõestecnológicas incorporados aos produtos.
O que no passado eram pequenos incômodos do consumidor, tornaram-sehoje em rotina de preocupação para as organizações.
O fator preço do produto, na maioria das vezes era sequer questionado peloconsumidor, como bem pode-se lembrar das famosas máquinas de remarcar preçosnos supermercados, pois os altos índices inflacionários, em grande parte encobriama incompetência administrativa das organizações e iludiam os consumidores, pois odinheiro perdia seu valor a todo dia.
Com a implantação do plano real e o controle da inflação sendo conseguido,mais a vontade do consumidor em colaborar com a estabilidade da nova moeda,restou às empresas investirem em novos processos de gestão de custos, pois emnão mais existindo taxas exorbitantes de aplicações no mercado financeiro, os excedentes de caixa passaram a ser aplicados nas empresas, através de novos produtos, novas máquinas e novos processos produtivos. Após isso, a logística começou a se desenvolver, auxiliando grandemente no processo de gestão das empresas.
2. A Logística nos Estoques
Conforme já citado anteriormente, a logística está voltada para a gestão do processo produtivo, ou seja, a cadeia de suprimentos, e nessa cadeia, destaca-separa os objetivos deste trabalho, os estoques das empresas.
Muito se tem discutido sobre as atribuições dos estudos logísticos, porémquanto mais se discute, mais necessidade de discussão aparece.
O gerenciamento da relação entre custo e nível de serviço tem sido considerado hoje como o principal desafio da logística moderna.
A redução do prazo de entrega com maior disponibilidade de produtos sem aumentar a quantidade exageradamente e os custos, o cumprimento do prazo de entrega e maior facilidade de colocação de pedidos têm sido a busca constante dos estudiosos da logística.
2.1 Estoque
Por estoques, entende-se todo e qualquer depósito de mercadoria ou matéria-prima para produção ou venda em data futura. Na concepção de CORRÊA et all(2000:45), “ estoques são acúmulos de recursos materiais entre fases específicas deprocessos de transformação”. Logicamente, que a definição retro está voltada muito mais para empresas industriais, onde se concebe a transformação de uma matéria-prima qualquer em um produto, todavia, existem também os estoques demercadorias para revenda, que também podem ter tratamentos diferenciados.
Algumas das razões da existência dos estoques segundo CORREA et all
(2000) são a impossibilidade ou inviabilidade de coordenar suprimento e demanda,quer por incapacidade, pelo alto custo de obtenção ou por restrições tecnológicas;com fins especulativos, pela escassez ou pela oportunidade; com a finalidade de gerenciar incertezas de previsões de suprimento e/ou demanda, na formação de estoque de segurança.
2.2 Tipos de Estoques
Os estoques podem ser classificados em diversos tipos, conforme se observa a seguir.
a) matéria-prima: esse tipo de estoque requer alguma forma de
processamento para ser transformada em produto acabado. A utilização é diretamente proporcional ao volume de produção;
b) Produtos em processo: em um processo de produção, considera-se produtos em processo os diversos materiais que estão em diferentes fases do processo produtivo. Corresponde a todos os materiais que sofreram algum tipo de transformação, porém não atingiram a forma finaldo produto a ser comercializado;
c) Materiais de embalagem: correspondem as caixas para embalar produtos, recipientes, rótulos etc.
d) Produto acabado: compreendem os produtos que sofreram um processo de transformação e estão prontos para ser vendidos;
e) Suprimentos: neste tipo de estoque, estão inseridos todos os itens não regularmente consumidos pelo processo produtivo. São os componentes utilizados para a manutenção de equipamentos, instalação predial, dentre outros.
2.3 Custos dos estoques
A boa gestão de estoques passa obrigatoriamente pelo conhecimento de
todos os custos que envolvem o seu controle. Alguns custos que estão diretamente ligados aos estoques podem ser assim classificados:
a) Custo de pedir: este item compreende os custos fixos administrativos
relativos ao processo de aquisição da quantidade requerida para reposição do estoque. Esses custos são medidos em termos monetários por pedido;
b) Custos de manter estoque: corresponde a todos os custos necessários
para manter certa quantidade de mercadorias por determinado período de tempo.
São medidos monetariamente por unidade e por período. Normalmente para manter estoques, estão inclusos custos de armazenagem, custo de seguro, deterioração e obsolescência e o custo de oportunidade, que significa o custo de investir em outro investimento que não a empresa.
c) Custo total: é a soma dos custos de pedir e o custo de manter estoques.
Todo controle de estoques passa invariavelmente pelo estabelecimento do nível adequado e a localização dos estoques. O ideal é balancear o custo de pedir com o custo de manter estoques.
2.4 Gestão de Estoques
A gestão dos estoques tem sido considerada a base para o gerenciamento da cadeia de suprimentos, apesar de pouco explorada na literatura especializada.
Simplesmente manter baixos níveis de estoques não significa que a empresa terá altos ganhos, mas outros aspectos devem ser considerados para que oprocesso logístico seja bem gerenciado e traga resultados positivos.
A adequada gestão dos estoques deve passar pela resposta às seguintes
perguntas:
a) quanto pedir ?
b) quando pedir ?
c) quanto manter em estoques de segurança ?
d) onde localizar ?
Para responder cada uma destas perguntas de forma adequada, devem ser o bservados fatores como o valor agregado do produto, à previsibilidade da demanda
e às principais exigências dos consumidores finais em termos de prazo de entrega e disponibilidade de produto. Ao decidir pela contínua redução dos níveis de estoque na cadeia de suprimentos, a empresa deve antes analisar seu houve aumento da eficiência operacional nas áreas de transporte, armazenagem e processamento de pedidos, caso não seja constatado esse aumento da eficiência, a empresa poderá ter grandes problemas no atendimento aos clientes.
Alguns dos pontos cruciais que buscam responder o quanto pedir estão
diretamente ligados ao menor nível de estoques possível e em condições de atender aos consumidores.
Com o aumento dos custos de estocagem, as empresas estão buscando
definir seus níveis de estoque com base em três fatores principais, que são:
1) O aumento do número de produtos;
2) O alto custo de oportunidade no uso de capital, em virtude das elevadas taxas de juros praticadas no Brasil;
3) Necessidade de gerenciar adequadamente o capital circulante líquido.
Estes três fatores, se mal dimensionados podem causar transtornos irreversíveis à empresa, pois se o ramo de atividade possuir grande variedade de itens e a empresa tiver que manter grande quantidade de cada item, todo o capital de giro poderá ser gasto somente em estoque, desfalcando as demais necessid ades
a serem atendidas. Iss o pode acontecer com todos os três fatores citados acima.
Alguns dos aspectos que têm colaborado para o aumento da eficiência dos processos de movimentação de estoque são a gestão do transporte, armazenagem e processamento de pedidos, que podem ser gerenciados através de formação de parcerias entre empresas na cadeia de suprimentos, fato iniciado com asmontadoras e fornecedores na indústria automobilística japonesa, que tem permitido redução de custos com a eliminação de atividades que não agregam valor ao
processo, tais como controle de qualidade no recebimento, licitações e cotações de
preços. Outro aspecto é através do surgimento de operadores logísticos, que são
empresas especializadas em transportes de cargas fracionadas, tais como FedEx,
TNT entre outras, e finalmente com a adoção de novas tecnologias de informação
para a captura e troca de dados entre empresas, através da aplicação do código de
barras, EDI, Internet e outros tipos de automação, com a redução de processos de
retrabalhos, através da eliminação da interferência humana na colocação de
pedidos.
O aspecto do quando pedir, a empresa busca determinar se a empresa vai
seguir ou não a metodologia sugerida de ponto de pedido.
Na localização dos estoques na cadeia de suprimentos, o que se procura é
definir se centraliza ou não os estoques, visando o melhor atendimento aos clientes.
2.5 A tecnologia e a Logística
A tecnologia da informação, os recursos tecnológicos materiais e os serviços
oferecidos para o processo logístico estão evoluindo constantemente e desta forma
as empresas podem fazer as suas escolhas, diante de diversas opções, tanto de
software como de equipamentos, indo em busca daquilo que mais se adequa às
suas necessidades.
Dentre estes recursos disponíveis no mercado pode-se citar diversos, os
quais abrangerão as necessidades de todos os tipos de usuários como:
- Consultoria e treinamento (Assessoria, projetos, palestras e eventos);
- Recursos de movimentação e armazenagem (Balanças, revestimentos de
pisos, demarcações, faixas, portas especiais, cortinas, escadas, rampas,
produtos de segurança, alimentadores, redutores e imóveis);
- Estruturas de estocagem (Armazéns, galpões, reservatórios, tanques, silos
mezaninos, pontes rolantes, transelevadores, armários modulares,
gaveteiros, carrosséis verticais e horizontais e sistemas de estocagem).
- Serviços de logística (Operadores logísticos, armadores, desembaraço
aduaneiro, terminais diversos, armazéns gerais, motoboys, distribuição
física, transportes marítimos, aéreo, ferroviário, rodoviário, terceirização de
mão-de-obra para movimentação, gestão de embalagens retornáveis,
seguros e escoltas de cargas;
- Identificação e automação industrial e comercial (Código de barras
(etiquetas impressoras, coletores, scanners, terminais de radiofreqüência,
software), softwares (WMS, estoque, ERP, MRP, SCM, de simulação,
sistemas logísticos e otimização de cargas, de transporte e frota,
rastreadores);
- Transportadores contínuos (correias, correntes, canecas, elevadores,
assessórios para transportadores contínuos, carregadores,
transportadores diversos);
- Embalagens, recipientes e utilizadores (Racks, caçambas, paletes e
acessórios, estrados, caixas engradados, aplicadores diversos,
cantoneiras para reforço de embalagens, estabilizadores de caixas,
embalagens (impressoras, máquinas para fechamento, separadores)
- Veículos e máquinas industriais (Empilhadeiras, carrinhos, carretas,
caminhões, carros elétricos, escavadeiras, guindastes, pás-carregadeiras,
retroescavadeiras, guinchos, rebocadores, tratores).
A combinação desses aplicativos conduz para a otimização do sistema
logístico e melhora o processo de gestão integrada dos diversos componentes, ou
seja, estoques, armazenagem, transporte, processamento de pedidos, compras e
manufatura.
2.6 Gestão da Cadeia de Suprimentos – Supply Chain Management
O conceito de Cadeia de Suprimentos surgiu por volta dos anos de 1970 e
1980, porém ainda é algo novo para os gestores de empresas, despontando através
de fabricantes japoneses de automóveis, que administravam o fornecimento de
insumos além dos contratos convencionais com os fornecedores diretos.
Na concepção de FLEURY et all (2000:42) “o SCM é uma abordagem
sistêmica de razoável complexidade, que implica alta interação entre os
participantes, exigindo a consideração simultânea de diversos trade-offs”. Isso
significa que a função do SCM é a coordenação e interação dos diversos fatores que
compõem o canal de distribuição dos processos desde o fornecedor até o
consumidor final e vice-versa.
O processo de implantação do conceito de suppy chain management passa
invariavelmente por sete fases ou processos-chaves, conforme descreve FLEURY et
all (2000:45):
1- Relacionamento com os clientes;
2- Serviço aos clientes;
3- Administração da demanda;
4- Atendimento de pedidos;
5- Administração do fluxo de produção;
6- Compras / suprimento;
7- Desenvolvimento de novos produtos.
É importante focar estes processos chaves nos objetivos pré-definidos, ou
seja, o desenvolvimento de equipes focadas nos clientes estratégicos, buscando
entendimento comum sobre características de produtos e serviços, fornecer um
ponto de contato único para todos os clientes, atendendo de forma eficiente as suas
consultas e requisições, captar compilar e atualizar dados de demanda, com o
objetivo de equilibrar a oferta com a demanda, atender aos pedidos dos clientes sem
erros e dentro do prazo de entrega, desenvolver sistemas flexíveis de produção que
sejam capazes de responder às mudanças no mercado, gerenciar relações de
parceria com fornecedores para garantir respostas rápidas e melhoria de
desempenho, buscar o mais cedo possível o envolvimento dos fornecedores no
desenvolvimento de produtos.
Embora a quebra de paradigmas internos e o comprometimento da equipe
sejam importantes para o sucesso do SCM, o envolvimento dos participantes
internos e externos ao processo também será fator preponderante no processo de
implantação dessa importante ferramenta.
2.7 Logística Integrada
Como já descrito alhures sobre os conceitos de logística, pode-se
complementar que para a completa satisfação dos seus objetivos, devem atender
pelo menos a seis pontos considerados básicos, quais sejam, a busca do sucesso
do cliente, a integração interna e externa da cadeia de suprimentos, processos
baseados no tempo, mensuração abrangente e benchmarking.
Para entender o processo de logística integrada, a empresa precisa primeiro
entender ou definir qual o nível de relacionamento que ela deseja ter com seus
parceiros, ou seja, cliente e fornecedor, pois é importante para a empresa entender
que o seu sucesso depende também do sucesso dos seus clientes, pois fazem parte
da cadeia de suprimento.
O sucesso da integração logística é dependente do bom gerenciamento
integrado dos diversos sistemas internos, eliminando retrabalhos, e externos,
através de parcerias e relacionamentos cooperativos com os vários participantes da
cadeira de suprimentos, baseados na confiança, capacitação técnica e troca de
informações, para reduzir custos, eliminar duplicidades e acelerar o aprendizado.
Diante dessas afirmações, é importante concluir que, apesar de a maioria das
empresas sempre terem avaliado seus processos de forma separada, o novo
contexto empresarial recomenda que a avaliação seja de forma integrada e as
mudanças culturais e organizacionais devem ser feitas e acompanhadas. A
persistência, a paciência e habilidade de negociação são fundamentais para o
sucesso da aplicação.
3 Considerações Finais
Ao encerrar este opúsculo, resta fazer um apanhado geral das abordagens
aqui expostas, ou seja, reafirmar que a adequada gestão de estoques passa
obrigatoriamente pela adoção de novas tecnologias, a utilização dos conceitos de
logística, logística integrada, bem como novas filosofias de gestão, como o Supply
Chain Management dentre outros. As novas tecnologias de informação aplicáveis a
logística tendem a tornar-se rotina nas organizações. A logística empresarial é um
assunto vital, pois exerce a função de estudar e dar formas de como a administração
pode obter cada vez mais eficácia e eficiência em seus serviços de distribuição a
seus clientes e consumidores, levando em consideração planejamento, organização
e controle efetivos para as atividades de movimentação e armazenagem que visam
facilitar o fluxo de produtos. A própria definição de gestão de estoques evidencia
seus objetivos, que são planejar os estoques, as quantidades de materiais que
entram e saem, as épocas em que ocorrem as entradas e saídas, o tempo em que
decorre entre essas épocas e os pontos de pedido de materiais.
Portanto, sem querer aqui esgotar o assunto, compete somente reafirmar que
esses objetivos acima colocados podem ser atingidos se a empresa mantiver uma
adequada aplicação dos conceitos de logística em seus processos de gestão.
Bibliografia
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FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa,
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FILHO, Armando Oscar Cavanha. Logística - novos modelos. RJ. Ed. Qualitymark:
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FLEURY, Paulo Fernando, WANKE, Peter, FIGUEIREDO, Kleber Fossati
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MENDES, M. L. Vanguarda Logística, Revista Exame.
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TORRES, L. MILLER, J. Alinhamento estratégico com o cliente, HSM
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